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Informe o rendimento de primeira passagem e o custo por defeito de cada etapa para obter o rendimento acumulado, as peças retrabalhadas e refugadas por ano e o custo da fábrica oculta.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Barras: FPY de cada etapa. Linha: chance de a peça chegar até ali sem nenhum defeito.
Custo anual dos defeitos por etapa, do maior para o menor, com o percentual acumulado.
Fluxo de caixa da melhoria: investimento no ano 0 e economia anual corrigida pelo aumento informado, descontada pela TMA.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Multiplique os rendimentos de primeira passagem de todas as etapas. Cinco etapas com 95% cada dão RTY de 0,95⁵ = 77,4%: quase uma em quatro peças passa por algum retrabalho ou refugo.
O rendimento final conta as peças boas no fim, inclusive as que foram retrabalhadas. O FPY conta só as que passaram de primeira. A diferença entre os dois é a fábrica oculta.
Pela etapa que mais custa no Pareto, não necessariamente a de pior FPY: um defeito tardio custa mais, porque a peça já recebeu mais trabalho e material.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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