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Escolha o método, informe o titulante, a amostra e os volumes gastos nas réplicas para ter o teor médio com desvio e intervalo de confiança, e saber se o volume ficou na faixa boa da bureta.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Teor calculado em cada titulação, com a média e o intervalo de confiança de 95% da média.
Tolerância classe A dividida pelo volume, com a faixa recomendada de 20% a 90% da capacidade e os volumes das réplicas.
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O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
O volume gasto, descontado o branco, vezes a concentração real do titulante dá os mols de titulante; a estequiometria converte em mols de analito e a massa molar em massa. Dividindo pela quantidade de amostra, sai o teor. No exemplo, 12,41 mL de EDTA 0,01 mol/L com fator 0,9985 em 50 mL de água dão cerca de 248 mg/L de dureza cálcica como CaCO₃.
Ácido-base e EDTA com metais são, em geral, 1:1. No método de Mohr, cada Ag⁺ precipita um Cl⁻. Em redox depende dos elétrons: 1 MnO₄⁻ oxida 5 Fe²⁺ e 1 Cr₂O₇²⁻ oxida 6 Fe²⁺. Na iodometria, 2 S₂O₃²⁻ reagem com 1 I₂; por isso o cloro ativo usa 0,5 e o oxigênio dissolvido 0,25 mol por mol de tiossulfato.
Entre 20% e 90% da capacidade, de preferência acima da metade. Uma bureta classe A de 25 mL pode errar 0,03 mL: com 12,4 mL gastos isso é 0,24% do resultado; com 3 mL, 1%. Acima de 90% há risco de acabar o titulante antes da viragem. Ajuste a quantidade de amostra para cair na faixa.
Desconta o titulante gasto pelo indicador, pelas impurezas da água e dos reagentes e pela viragem. Na titulação de cloreto pelo método de Mohr, o branco costuma ficar entre 0,2 e 0,3 mL; ignorá-lo superestima o cloreto. Faça o branco com a mesma água e os mesmos reagentes da amostra.
Pelo menos três. A média reduz o erro aleatório, o coeficiente de variação mostra a repetibilidade e o teste de Grubbs aponta valor aberrante: com 4 réplicas, G acima de 1,481 indica suspeita a 5%. No exemplo, o CV é de 0,35% e nenhuma réplica é aberrante. Investigue a causa antes de descartar um resultado.
A dureza total soma cálcio e magnésio e é titulada com EDTA em pH 10 com negro de eriocromo T. A cálcica é titulada em pH 12 a 13, onde o magnésio precipita, com murexida ou calcon. A diferença entre as duas é a dureza magnesiana. Para o índice de Langelier, use a dureza cálcica.
Titulante sem padronização recente, pH fora da faixa do método, viragem passada do ponto, bolhas na ponta da bureta, leitura fora da linha dos olhos e pipeta de amostra suja. Esses erros são sistemáticos e não aparecem no desvio das réplicas. Em análises com efeito legal ou contratual, use laboratório acreditado pela ABNT NBR ISO/IEC 17025.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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