Informe a placa do motor, a frequência do inversor e as polias para saber a rotação do motor e da máquina, o escorregamento e em quantos hertz ajustar o inversor para chegar à rotação desejada.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Rotação do motor e da máquina com a carga informada; as linhas marcam a frequência atual e a necessária para a rotação desejada.
Em porcentagem dos valores nominais, com controle V/f: conjugado constante até a frequência nominal e potência constante acima dela.
ns = 120 × f ÷ polos, em 50 e 60 Hz, e a rotação estimada com o escorregamento deste motor.
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A rotação síncrona é 120 × frequência ÷ número de polos: 120 × 60 ÷ 4 = 1800 rpm para um motor de 4 polos em 60 Hz. O rotor gira um pouco abaixo, pelo escorregamento: a placa do exemplo indica 1760 rpm em plena carga. Com 80% da carga, a rotação na rede fica perto de 1768 rpm.
É a diferença entre a rotação do campo magnético e a do rotor, dividida pela síncrona. Sem ela o motor de indução não produz conjugado. No exemplo, (1800 − 1760) ÷ 1800 = 2,2%. Motores grandes e de alto rendimento têm escorregamento menor; motores pequenos, maior.
Praticamente proporcional à frequência, menos o escorregamento em rpm. No exemplo, em 45 Hz o campo gira a 1350 rpm e o motor, com 80% de carga, a cerca de 1318 rpm. Cada hertz muda a rotação de um motor de 4 polos em 30 rpm.
Informe a rotação desejada na máquina: a calculadora resolve a frequência considerando polias e escorregamentos. No exemplo, para 800 rpm na máquina com polias de 140 e 280 mm, o inversor deve ficar em cerca de 54,9 Hz. Se der muito abaixo de 30% ou acima de 120% da nominal, é melhor trocar as polias.
Pode, dentro do limite mecânico do motor e da máquina, mas acima da frequência nominal a tensão não sobe mais e o conjugado disponível cai: em 75 Hz, a 80% do nominal. Serve para cargas leves; em cargas de conjugado constante, o motor perde rotação.
O conjugado continua disponível, mas o ventilador do próprio motor gira devagar e refrigera menos. Para bombas e ventiladores, que pedem pouco conjugado em baixa rotação, costuma não haver problema; para transportadores e outras cargas de conjugado constante, siga a curva de redução do fabricante ou use ventilação independente.
Multiplique a rotação do motor pela relação dos diâmetros primitivos: n_máquina = n_motor × d_motor ÷ d_máquina, descontando 1% a 2% de deslizamento em correias em V. No exemplo, 1318 rpm × 140 ÷ 280 × 0,99 ≈ 652 rpm na máquina.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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