Informe os combustíveis queimados no ano, a reposição de gás refrigerante e a eletricidade comprada para estimar as toneladas de CO₂ equivalente de cada fonte, o total dos escopos 1 e 2 e a intensidade por unidade produzida.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Toneladas de CO₂ equivalente por ano de cada combustível, do refrigerante e da eletricidade (por localização). O CO₂ biogênico fica fora.
As duas formas de informar o escopo 2 pedidas pelo GHG Protocol, somadas ao escopo 1.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Pelo GHG Protocol, escopo 1 são as emissões diretas da empresa: queima de combustíveis em caldeiras, fornos, geradores e veículos próprios e vazamentos de gás refrigerante. Escopo 2 são as emissões da geração da eletricidade comprada. Esta calculadora soma os dois em toneladas de CO₂ equivalente (CO₂e) por ano.
Das notas fiscais e faturas do ano: metros cúbicos de gás natural, litros de diesel e gasolina, quilos de GLP, toneladas de lenha. A eletricidade vem das contas de energia, em MWh. A reposição de gás refrigerante está nas ordens de manutenção do ar-condicionado e da refrigeração; o que foi reposto é o que vazou.
O exemplo soma 524 t CO₂e por ano: 432 t de escopo 1 e 92,4 t de escopo 2. A maior fonte é o gás natural, com 243 t; o diesel da frota vem em seguida, com 93 t. Para 12 mil toneladas de produto, a intensidade é de 43,7 kg CO₂e por tonelada.
Porque o CO₂ da queima de biomassa é biogênico: o carbono foi retirado do ar pela árvore. O GHG Protocol manda informá-lo à parte, fora dos escopos; no exemplo são 723 t de CO₂ biogênico, somando lenha, biodiesel e etanol. O metano e o óxido nitroso dessa queima entram no escopo 1 (12 t CO₂e da lenha no exemplo).
O fator médio anual do Sistema Interligado Nacional publicado pelo MCTI, do mesmo ano do inventário; o exemplo usa 0,0385 t CO₂/MWh, média de 2023. Esse é o escopo 2 por localização. Se a empresa compra energia com certificados de origem renovável (I-REC), o escopo 2 por mercado usa o fator do contrato, que pode chegar a zero.
Não. É uma estimativa com fatores padrão do IPCC ou da EPA, útil para saber a ordem de grandeza e onde agir. Um inventário publicado segue o Programa Brasileiro GHG Protocol ou a ABNT NBR ISO 14064-1, com fatores nacionais, evidências e, de preferência, verificação por terceira parte. Não inclui emissões de processo, efluentes, resíduos nem o escopo 3.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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