Cole a lista de cargas do quadro para distribuí-las pelas fases, ver a corrente em cada fase e no neutro, o desequilíbrio e a corrente que o alimentador e o disjuntor geral precisam suportar.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
kVA demandados em cada fase, separados em cargas trifásicas, bifásicas (metade em cada fase) e monofásicas.
Correntes calculadas por soma vetorial, considerando o ângulo de cada fase e o fator de potência de cada carga.
Fase de cada carga (informada ou escolhida pela calculadora), potência demandada e corrente.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
É a tabela que lista os circuitos de um quadro elétrico com potência, número de fases, fase em que cada um está ligado e a soma por fase. Serve para dimensionar o cabo alimentador, o disjuntor geral e o transformador, e para manter as fases equilibradas. Use esta calculadora ao projetar um quadro novo ou ao incluir cargas num existente.
Uma linha por carga: descrição, potência ativa em kW, número de fases (1, 2 ou 3), fator de potência, fator de demanda em % e, se já souber, a fase. Copie direto da planilha do projeto ou baixe o modelo. Para motores, use a potência absorvida (placa ÷ rendimento) e o fator de potência de placa.
As 13 cargas do exemplo somam 63 kVA de demanda (57,9 kW) em 380 V. A fase mais carregada leva 97,3 A e é por ela que se escolhem o cabo e o disjuntor do alimentador; o desequilíbrio fica em 1,4%, bem abaixo do limite de 10%. O neutro leva só 13,2 A, porque as cargas monofásicas ficaram bem divididas.
É a parcela da potência instalada que se espera em uso ao mesmo tempo. Motores de processo e fornos ficam em 100%; tomadas de uso geral e máquinas de solda, bem menos. Os fatores para o padrão de entrada vêm das normas da distribuidora; para quadros internos, de medições ou do critério do projetista.
A NBR 5410 pede que as cargas sejam distribuídas para o maior equilíbrio possível, sem fixar um número. Muitos projetistas trabalham com até 10% de diferença entre a fase mais carregada e a média, valor usado aqui como padrão e que você pode mudar. Desequilíbrio alto obriga a superdimensionar o alimentador e aumenta a corrente no neutro.
Porque as três fases estão defasadas de 120°: correntes iguais nas três fases se anulam no neutro. Só a diferença entre elas volta pelo neutro. A exceção são as harmônicas de terceira ordem de cargas eletrônicas, que se somam no neutro em vez de se anular.
Não aplica automaticamente fatores de demanda de norma, não considera harmônicas nem reserva para ampliação e não dimensiona os circuitos terminais. Leve a corrente do alimentador para as calculadoras de cabos e de disjuntor, e deixe o projeto final com profissional habilitado, com ART.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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