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Cole as medições de resistência interna, impedância ou condutância de cada elemento do banco para ver quais destoam da referência, quais pedem troca e como o banco está envelhecendo.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Piora na medição atual (aumento de resistência ou impedância, ou queda de condutância), com os limites de alerta e de substituição.
Média do banco e elementos críticos em cada medição, comparados com a referência média.
Em ordem de piora, com o desvio sobre a referência e sobre a média atual do banco.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Para achar elementos fracos antes que falhem numa falta de energia, sem descarregar o banco. A resistência interna sobe quando o elemento perde capacidade, e num banco em série o elemento mais fraco limita a autonomia de todos. A calculadora compara cada elemento com a referência e com os demais e mostra a tendência entre medições.
O ideal é a medição de comissionamento, feita quando o banco já estabilizou em flutuação. Sem ela, use o valor informado pelo fabricante para o modelo, medido com o mesmo tipo de instrumento, ou a média do próprio banco na medição atual, que destaca os elementos que destoam.
O banco do exemplo tem 16 monoblocos de 12 V, com referência média de 4,20 mΩ. O elemento 7 subiu de 4,19 para 6,55 mΩ, 56% acima da referência: passa do limite de substituição de 50%. O elemento 12 está 24% acima, em alerta. Os outros subiram cerca de 6% em três anos, o envelhecimento normal.
Não há um número único em norma. Fabricantes de instrumentos sugerem investigar a partir de 20% a 30% em baterias VRLA e de 50% a 100% em ventiladas. Dados do EPRI mostram que elementos com 50% acima da impedância nominal costumam ter menos de 80% da capacidade, o ponto de troca das normas de manutenção. Confirme com o fabricante e, na dúvida, faça o ensaio de capacidade.
Medem a mesma coisa de formas diferentes: resistência e impedância em mΩ, que sobem com o envelhecimento; condutância em siemens, que cai. Os valores não são intercambiáveis entre instrumentos. Para a condutância, a calculadora converte os limites: 50% de aumento de resistência equivale a 33% de queda de condutância.
Normas e fabricantes sugerem medir as baterias VRLA a cada trimestre e as ventiladas pelo menos uma vez por ano, sempre no mesmo ponto dos terminais e com o banco em flutuação. Elementos em alerta pedem medições mensais até confirmar a tendência.
Não mede a capacidade real do banco, não substitui o ensaio de descarga e não considera temperatura, tensão de flutuação nem conexões. Um aumento brusco num só elemento pode ser só conexão frouxa: reaperte e meça de novo antes de trocar.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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