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Cole os resultados do estudo em duas ou mais temperaturas. A calculadora ajusta a velocidade de degradação, leva-a para a temperatura de armazenagem por Arrhenius ou Q10 e estima em quanto tempo o produto chega ao limite de especificação.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Pontos medidos, curvas ajustadas pela ordem escolhida e limite de especificação.
ln k contra 1000/T, com a reta estendida até a temperatura de armazenagem e o limite conservador.
Ajuste de cada temperatura e tempo até o limite nela.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Quanto tempo um produto leva para chegar ao limite de especificação guardado numa temperatura, a partir de um estudo acelerado em temperaturas mais altas. Serve para escolher formulações, planejar o estudo de longa duração e dar um prazo provisório, não para registrar o produto. No exemplo, com dados a 40, 50 e 60 °C, o teor leva cerca de 30 meses para cair de 100% a 90% a 25 °C, ou 27 meses pela estimativa conservadora.
Uma linha por análise: temperatura, tempo e resultado. Use pelo menos três temperaturas, por exemplo 40, 50 e 60 °C, com o tempo zero e mais três ou quatro tempos em cada uma, até uma perda de 10% a 20% na mais quente. Analise todas as amostras pelo mesmo método validado e indique se o resultado cai (teor) ou sobe (impureza).
Na ordem zero o produto perde a mesma quantidade por mês; na primeira, a mesma fração do que resta. Até perdas de 10% a 15% as duas dão prazos parecidos; a calculadora compara o R² das duas e avisa se a outra ajusta melhor. A primeira ordem é a mais comum em soluções.
Diz quanto o calor acelera a degradação. No exemplo, Ea de cerca de 85 kJ/mol dá Q10 de 3,0 perto de 25 °C: a cada 10 °C a mais, o produto degrada três vezes mais rápido. Por isso o prazo a 30 °C, condição da zona climática IV que inclui o Brasil, é bem menor que a 25 °C.
Porque a estimativa vem de uma extrapolação com pontos que têm erro. O prazo conservador usa o limite superior de 95% da velocidade de degradação, como a ICH Q1E faz com a reta de regressão. Para rotular, use esse valor, arredondado para baixo, e confirme com o estudo em tempo real.
Quando o mecanismo muda com a temperatura: fusão, perda de água de hidratação, desnaturação de proteína, crescimento microbiano ou reação com a embalagem. Também quando a umidade, e não a temperatura, comanda a degradação. Se a reta de Arrhenius não for reta, com R² baixo, a extrapolação não vale.
Não. A RDC 318/2019 exige estudo de longa duração na condição de armazenagem, com lotes e tempos definidos, e a avaliação estatística da ICH Q1E. O cálculo acelerado ajuda a planejar e a justificar um prazo provisório; quem define o prazo de registro é o estudo em tempo real.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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