Cole as operações da peça e descubra quantas peças a linha faz por dia, quantas costureiras cada operação precisa para a demanda, onde está o gargalo e quanto custa o minuto.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Tempo real por peça em cada operação (tempo-padrão ÷ operadores ÷ eficiência), com os operadores distribuídos. A linha tracejada é o takt da demanda.
Operadores alocados em cada tipo de máquina e minutos-padrão da peça nessa máquina.
Operadores necessários para a demanda e operadores distribuídos com o quadro disponível, em passos de 0,5.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Ela soma os tempos das operações de costura de uma peça (o SAM), calcula quantas peças a linha faz por dia e por hora, quantas costureiras cada operação precisa para a demanda e onde está o gargalo. Use ao programar um modelo novo, montar a linha ou responder se dá para aceitar um pedido no prazo.
Da cronoanálise (cronometrar a operação várias vezes, aplicar o fator de ritmo e as tolerâncias) ou de sistemas de tempos predeterminados como o GSD. A calculadora de cronoanálise ajuda a obter o tempo-padrão a partir das tomadas de tempo. Sem dados próprios, use tempos de um modelo parecido e corrija depois da primeira produção.
A camiseta tem 9 operações e SAM de 4,50 min. Com demanda de 900 peças em 528 minutos, o takt é 0,587 min. Os 13 operadores a 75% de eficiência, bem distribuídos, entregam 990 peças por dia (112,5 por hora); os gargalos são pespontar gola, fechar laterais e arrematar, com 0,40 min-padrão por operador.
É o SAM dividido por operadores × tempo do gargalo. No exemplo, 4,50 ÷ (13 × 0,40) = 86,5%: 13,5% do tempo pago vira espera, porque as operações não se dividem certinho entre as pessoas. Linhas bem balanceadas passam de 85%; abaixo de 75%, vale juntar operações curtas ou dividir as longas.
A capacidade pelos minutos supõe que todo o tempo das costureiras vira produção: no exemplo, 13 × 528 × 75% ÷ 4,5 = 1.144 peças. A produção real é limitada pelo posto mais lento e fica em 990 peças. Planejar pelo primeiro número é um erro comum que gera atraso.
No exemplo, a folha de R$ 45.500 por mês dividida pelos minutos pagos (13 × 528 × 21) dá R$ 0,316 por minuto pago, ou R$ 0,421 por minuto produtivo a 75% de eficiência. Com o desbalanceamento, a mão de obra sai a R$ 2,19 por peça, contra R$ 1,89 do SAM × minuto produtivo. Leve esses valores para a calculadora de custo da peça.
A distribuição em meios operadores é uma heurística: dá um bom arranjo, não necessariamente o ótimo, e não respeita a ordem das operações nem a habilidade de cada pessoa. A eficiência é a mesma para todos, e faltas, trocas de modelo e falta de corte reduzem a produção real. Use o resultado como ponto de partida e ajuste no chão de fábrica.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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