Cole os elementos da célula com tempo manual, automático e caminhada e veja se cada operador fecha o ciclo no takt, onde espera pela máquina e quantos operadores são necessários.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Um quadro por operador: elementos na ordem, tempo em segundos e a linha vermelha do takt.
Manual, caminhada e espera pela máquina empilhados; a linha é o takt.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
É a folha que mostra, para cada operador, o tempo manual de cada elemento, o tempo em que cada máquina roda sozinha e as caminhadas, desenhados contra a linha do takt. Vem do Sistema Toyota de Produção e serve para decidir quantas máquinas um operador atende e em que ordem.
O ciclo é o maior entre dois valores: a soma de manual e caminhada do operador e, para cada máquina, o manual mais o automático daquela máquina. Se a máquina ainda não terminou quando o operador volta, ele espera. No exemplo, o operador 1 soma 35 s de trabalho, mas o torno leva 9 + 38 = 47 s: o ciclo é 47 s, com 12 s de espera.
Com 500 peças em 450 min por turno, o takt é 54 s. O conteúdo de trabalho (manual mais caminhada) é 75 s, então são precisos pelo menos 2 operadores. A divisão automática dá ao operador 1 os elementos 1 a 4 (ciclo de 47 s) e ao operador 2 os elementos 5 a 9 (45 s, com 5 s de espera pela lavadora). Os dois fecham no takt.
Cronometre cada elemento no posto, várias vezes, e use o menor tempo repetível (no trabalho padronizado da Toyota) ou o tempo padrão da cronoanálise. O tempo automático vem do painel da máquina (ciclo da máquina após o acionamento). A caminhada pode ser medida ou estimada a cerca de 1 s por metro em passo normal.
A espera mostra que a máquina é mais lenta que o trabalho do operador. Opções: dar a ele outro elemento para fazer durante a espera, reduzir o tempo automático (avanços, trajetórias) ou mudar a ordem para que ele chegue à máquina mais tarde. Esperas grandes em todos os operadores indicam que dá para juntar o trabalho em menos pessoas.
Ela mantém a ordem dos elementos e acha a divisão em blocos seguidos com o menor ciclo máximo, o que é ótimo sob essa regra. Na prática, layout, segurança, qualificação e o caminho de volta mudam o que é viável; trate o resultado como um bom ponto de partida e confirme no posto.
Supõe tempos fixos (sem variação), uma peça por ciclo, a caminhada da última linha de cada operador como volta ao início e cada máquina usada por um só operador. Não considera fadiga nem tolerâncias: some-as ao tempo manual se quiser. Para avaliar a ergonomia das tarefas repetitivas, siga a NR-17.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
© 2026 Indus Metrics. Encontrou um erro? Escreva para contato@seudominio.com.