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Trabalho padronizado combinado

Cole os elementos da célula com tempo manual, automático e caminhada e veja se cada operador fecha o ciclo no takt, onde espera pela máquina e quantos operadores são necessários.

Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.

Pré-dimensionamentoRevisão 02/11/2026
Elementos de trabalho, na ordem
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Use 0 quando não houver tempo automático ou caminhada. A caminhada da última linha de cada operador é a volta ao início do ciclo dele.

Takt
Operadores

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—Operadores na célula
—

Gráfico de trabalho combinado

Um quadro por operador: elementos na ordem, tempo em segundos e a linha vermelha do takt.

Ciclo de cada operador × takt

Manual, caminhada e espera pela máquina empilhados; a linha é o takt.

Toque no gráfico para ver os valores.

Resumo por operador

Próximo passo

Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.

O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.

Método, hipóteses e referências

Equações usadas

Takt = tempo disponível ÷ demanda (s/peça)
Ciclo do operador = máx[Σ (manual + caminhada); máx_i (manual_i + automático_i)]; espera = ciclo − Σ (manual + caminhada)
Mínimo teórico de operadores = ⌈Σ (manual + caminhada) ÷ takt⌉; eficiência do balanceamento = Σ (manual + caminhada) ÷ [operadores × máx(takt, maior ciclo)]
Divisão: blocos seguidos que minimizam o maior ciclo (programação dinâmica); no empate, a menor soma dos quadrados dos ciclos

Hipóteses e limites

  • Tempos fixos, sem variação nem tolerâncias; uma peça por ciclo; cada máquina atendida por um só operador e iniciada no fim do elemento manual.
  • A caminhada de cada linha é até o próximo elemento; na última linha de cada operador, é a volta ao início do ciclo dele. Ao redistribuir, revise essas caminhadas.
  • A divisão automática é ótima para blocos seguidos na ordem dada; outras ordens ou layouts podem dar resultado melhor (a página mostra um bom arranjo, não necessariamente o ótimo).

Normas e documentos técnicos

  • Ohno, T. Toyota Production System: Beyond Large-Scale Production, Productivity Press, 1988
  • Monden, Y. Toyota Production System: An Integrated Approach to Just-In-Time, 4th ed., CRC Press, 2011 (standard operations and the combination table)
  • Rother, M.; Harris, R. Creating Continuous Flow, Lean Enterprise Institute, 2001
  • Lean Enterprise Institute. Lean Lexicon, 5th ed., 2014 (standardized work, standardized work combination table)
  • Shingo, S. A Study of the Toyota Production System from an Industrial Engineering Viewpoint, Productivity Press, 1989

Legislação e regulamentos no Brasil

  • NR-17 (Ergonomia), item 17.4: a organização do trabalho deve considerar normas de produção, ritmo, conteúdo das tarefas e pausas
  • NR-12: zonas de perigo das máquinas protegidas durante a carga e a descarga feitas pelo operador

Perguntas frequentes

O que é a tabela de trabalho padronizado combinado?

É a folha que mostra, para cada operador, o tempo manual de cada elemento, o tempo em que cada máquina roda sozinha e as caminhadas, desenhados contra a linha do takt. Vem do Sistema Toyota de Produção e serve para decidir quantas máquinas um operador atende e em que ordem.

Como a calculadora acha o ciclo de um operador?

O ciclo é o maior entre dois valores: a soma de manual e caminhada do operador e, para cada máquina, o manual mais o automático daquela máquina. Se a máquina ainda não terminou quando o operador volta, ele espera. No exemplo, o operador 1 soma 35 s de trabalho, mas o torno leva 9 + 38 = 47 s: o ciclo é 47 s, com 12 s de espera.

Como leio o exemplo?

Com 500 peças em 450 min por turno, o takt é 54 s. O conteúdo de trabalho (manual mais caminhada) é 75 s, então são precisos pelo menos 2 operadores. A divisão automática dá ao operador 1 os elementos 1 a 4 (ciclo de 47 s) e ao operador 2 os elementos 5 a 9 (45 s, com 5 s de espera pela lavadora). Os dois fecham no takt.

De onde tiro os tempos dos elementos?

Cronometre cada elemento no posto, várias vezes, e use o menor tempo repetível (no trabalho padronizado da Toyota) ou o tempo padrão da cronoanálise. O tempo automático vem do painel da máquina (ciclo da máquina após o acionamento). A caminhada pode ser medida ou estimada a cerca de 1 s por metro em passo normal.

O que fazer quando o operador espera pela máquina?

A espera mostra que a máquina é mais lenta que o trabalho do operador. Opções: dar a ele outro elemento para fazer durante a espera, reduzir o tempo automático (avanços, trajetórias) ou mudar a ordem para que ele chegue à máquina mais tarde. Esperas grandes em todos os operadores indicam que dá para juntar o trabalho em menos pessoas.

A divisão automática é a melhor possível?

Ela mantém a ordem dos elementos e acha a divisão em blocos seguidos com o menor ciclo máximo, o que é ótimo sob essa regra. Na prática, layout, segurança, qualificação e o caminho de volta mudam o que é viável; trate o resultado como um bom ponto de partida e confirme no posto.

Quais são os limites?

Supõe tempos fixos (sem variação), uma peça por ciclo, a caminhada da última linha de cada operador como volta ao início e cada máquina usada por um só operador. Não considera fadiga nem tolerâncias: some-as ao tempo manual se quiser. Para avaliar a ergonomia das tarefas repetitivas, siga a NR-17.