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Marque o nível de cada pessoa em cada posto e veja na hora quais postos estão descobertos, quem é insubstituível hoje, quem treinar primeiro e quantas horas isso leva. Imprima a matriz para o quadro da célula.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Postos em vermelho estão abaixo do mínimo. Última linha: aptos (U + O) ÷ mínimo.
Barras: pessoas em U ou O; em L, já perto de ficar aptas. Linha: mínimo do posto.
Quantos postos cada pessoa faz como apta (U ou O) e em formação (I ou L).
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
É o quadro com as pessoas nas linhas, os postos nas colunas e o nível de habilidade de cada pessoa em cada posto. Mostra de relance quem pode cobrir quem em férias e faltas, quais postos dependem de uma só pessoa e quem treinar. Também é chamada de matriz de versatilidade, de habilidades ou ILUO, pelo símbolo dos níveis.
I: a pessoa está em treinamento e só trabalha acompanhada. L: opera com supervisão, mas ainda não garante o tempo padrão nem a qualidade. U: é autônoma, cumpre tempo e qualidade. O: domina o posto e treina outros. Nesta página, apto quer dizer U ou O. O círculo vai sendo preenchido em quartos, como nos quadros afixados na fábrica.
A regra mais usada é 3 por posto, para cobrir férias, faltas e troca de turno. Uma conta mais fina multiplica as pessoas necessárias no posto por turno pelo número de turnos e por (1 + absenteísmo e férias): 1 pessoa, 2 turnos e 15% dão 2,3, arredondado para 3; 2 pessoas por turno dão 4,6, ou seja, 5. Postos de risco ergonômico alto podem receber uma pessoa a mais para o rodízio.
São 8 pessoas e 7 postos. Com mínimo de 3 aptos (4 na solda MIG e na pintura, que têm risco alto), 5 postos estão abaixo do mínimo. Diego é a única pessoa apta na solda ponto e é pessoa-chave. O índice de polivalência é 2,25 postos por pessoa. O plano sugere 7 treinamentos, somando 320 h, começando por quem já está em L.
Para cada posto abaixo do mínimo, escolhe primeiro quem precisa de menos horas para chegar a U (quem já está em L), depois quem tem menos treinamentos no plano e menos postos, sem passar do limite por pessoa. Indica como instrutor alguém de nível O no posto. É uma heurística: bom ponto de partida, não necessariamente o ótimo. Ajuste com o encarregado.
Marque o risco de cada posto conforme a avaliação ergonômica (NIOSH para levantamento, RULA para membros superiores, AEP/AET da NR-17). Postos de risco alto ganham uma pessoa a mais no mínimo e a página sugere com qual posto de risco baixo fazer rodízio, mostrando quem está apto nos dois. O intervalo do rodízio deve vir da própria avaliação.
A matriz vale o que valem as avaliações: o nível de cada pessoa deve ser confirmado por observação no posto, com tempo e qualidade, e revisado periodicamente. A página não controla validade de treinamentos obrigatórios (NR-10, NR-12, NR-35, empilhadeira etc.), que devem ser registrados à parte. Também não substitui o dimensionamento de mão de obra nem as escalas de turno.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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