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Marque as condições do posto (postura, peso, ambiente, atenção e monotonia) para obter o total de tolerâncias, o tempo padrão e a justificativa de cada item, pronta para anexar ao estudo de tempos.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Porcentagem de cada item sobre o tempo normal, do maior para o menor. Cinza: constantes; colorido: variáveis do posto.
Minutos do turno de trabalho a 100% do padrão: produzindo no tempo normal e nas tolerâncias.
Cada item da tabela, a condição escolhida e o acréscimo. Leve ao PDF para anexar ao estudo de tempos.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
São acréscimos ao tempo normal para que a pessoa possa atender às necessidades pessoais, recuperar-se da fadiga e absorver pequenas esperas inevitáveis. Sem elas, o tempo padrão só seria cumprido por quem trabalhasse o turno inteiro sem parar, o que não é possível nem permitido. No exemplo, 18% de tolerância sobre 40 s de tempo normal dão 47,2 s de tempo padrão.
Necessidades pessoais (5% para homens e 7% para mulheres) e fadiga básica (4% para todos). Elas valem para qualquer trabalho, mesmo sentado e leve, e somam 9% ou 11%. Os itens variáveis (em pé, postura, peso, iluminação, calor, concentração, ruído, tensão mental, monotonia e tédio) se somam a elas conforme o posto.
O posto de montagem tem operador em pé (2%), levanta peças de 5 kg (1%), exige trabalho preciso (2%), tem ruído intermitente e forte (2%), processo bastante complexo (1%) e monotonia média (1%): 9% variáveis mais 9% constantes, total de 18%. Com tempo normal de 40 s, o tempo padrão é 47,2 s e o turno de 7,33 h rende 559 peças. As tolerâncias ocupam 67 minutos do turno.
A OIT soma a porcentagem ao tempo normal: TP = TN × (1 + t). Quando a empresa define a pausa como fração do turno, a conta é TP = TN ÷ (1 − t), e o resultado sai maior. Para converter, 18% sobre o tempo normal equivalem a 15,3% da jornada (0,18 ÷ 1,18). Use a mesma forma em todos os estudos da fábrica.
Não. O próprio manual da OIT a apresenta como exemplo, sem valor normativo. No Brasil, a NR-17 exige que normas de produção, ritmo e pausas considerem as características do trabalhador e a avaliação ergonômica do posto. Os percentuais adotados devem ser registrados e, de preferência, acordados com os trabalhadores ou o sindicato.
Clique em “Usar na cronoanálise”: a página abre com necessidades pessoais, fadiga (básica mais variáveis) e esperas inevitáveis já preenchidas. No exemplo vão 5%, 13% e 0%. Lá você cola as tomadas de tempo e informa o ritmo para obter o tempo normal e o tempo padrão final.
Ela aplica a tabela da OIT item a item, sem pesar a duração da exposição ao longo do turno. Calor, ruído e levantamento de cargas têm limites legais próprios (NR-15, NR-17) e não se resolvem com tolerância: avalie-os à parte. Pausas obrigatórias, como as do teleatendimento (NR-17, Anexo II), e pausas pagas que a empresa já concede devem ser tratadas separadamente.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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