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Cole do Excel as horas (ou ciclos, km) até a falha de cada unidade e as que ainda funcionam, e veja o padrão de falha, a vida B10 com intervalo de confiança, a confiabilidade na missão, o custo de garantia e quantas unidades testar para provar a meta.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Cada ponto é uma falha, na posição de Kaplan-Meier modificado; as censuras entram no cálculo das posições. Reta = distribuição ajustada; faixa = IC dos percentis. Pontos sobre a reta: a distribuição descreve bem os dados.
Os mesmos dados nas quatro escalas. Escolha a de pontos mais retos: menor Anderson-Darling (ajustado) e maior correlação.
Parâmetros com erro-padrão e intervalo de confiança, médias e quartis da distribuição ajustada e a tabela de percentis (vida Bx).
Degraus = Kaplan-Meier (dados, sem supor distribuição; + = censura); curva = distribuição ajustada com IC. As duas juntas confirmam o ajuste.
Risco instantâneo de falha das unidades que ainda funcionam. Crescente = desgaste (a troca preventiva compensa); constante = aleatória; decrescente = mortalidade infantil (melhore montagem e partida).
Onde as falhas se concentram no tempo. Traços no eixo = falhas observadas.
Cada grupo ajustado separadamente, testes de igualdade dos parâmetros (razão de verossimilhança) e das curvas de sobrevivência (log-rank e Wilcoxon).
Retas paralelas = mesma forma (mesmo modo de falha), uma deslocada para a direita dura mais. Retas que se cruzam = modos de falha diferentes.
Kaplan-Meier de cada grupo (degraus) e distribuição ajustada (tracejado). A diferença de vida B10 entre grupos aparece direto no gráfico.
Falhas acumuladas esperadas no lote vendido ao longo do tempo, com IC; a linha vertical é o fim da garantia.
Quantas unidades e quanto tempo de teste para provar a meta com a confiança escolhida (Weibull com β conhecido).
Eixo x = quanto a vida real (η) supera a meta. Um projeto só “no limite” passa com probabilidade 1 − C; aceitar falhas (m > 0) protege o projeto um pouco melhor que a meta.
Cada curva é um plano igualmente válido: escolha a combinação que cabe na bancada e no prazo.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
É o ajuste de uma distribuição de vida aos tempos até a falha de um componente. A forma β diz se as falhas são precoces (β < 1), aleatórias (β ≈ 1) ou de desgaste (β > 1), e a escala η é a idade em que 63,2% já falharam. Com isso você estima vida B10, confiabilidade na missão, intervalo de troca preventiva e custo de garantia.
Inclua todas, marcadas com status C (censura à direita). Descartá-las ou tratá-las como falhas subestima a vida: no exemplo dos rolamentos, 12 das 26 unidades do Fornecedor A ainda funcionavam. A máxima verossimilhança usa a informação de que elas duraram pelo menos aquele tempo.
Use máxima verossimilhança como padrão, principalmente com muita censura: ela é a que trata as censuras de forma exata e dá intervalos de confiança. LSXY, a reta no gráfico de probabilidade, costuma ir melhor com poucas falhas (menos de 10 a 15) e pouca censura.
Compare o Anderson-Darling (ajustado) e a correlação da identificação da distribuição: menor AD e maior correlação ganham. Se duas empatam, escolha pela física: Weibull para fadiga, desgaste e rolamentos; lognormal para trincas, corrosão e reparos; exponencial só quando a taxa de falha é constante, como em eletrônica após o amaciamento.
É o tempo até o qual 10% das unidades falham. Rolamentos são especificados pela vida L10 (= B10), e garantias costumam ser fixadas abaixo do B1 ou B5. Use o limite inferior do intervalo de confiança para decisões conservadoras, porque a estimativa vem de uma amostra.
Cole a coluna de grupo. A página ajusta cada grupo, testa se os parâmetros são iguais (razão de verossimilhança) e se as curvas de sobrevivência diferem (log-rank e Wilcoxon). No exemplo, o Fornecedor A tem B10 bem maior que o B, com p ≈ 0,03 no log-rank: a diferença é real.
Use o plano de teste de demonstração: informe a meta (por exemplo, 90% em 4.000 h), a confiança, o β conhecido e quantas falhas aceita. A página devolve o tempo de teste por unidade para um dado número de peças, ou o número de peças para um dado tempo, e mostra a chance de um projeto bom passar.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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