Início / Lean Six Sigma / CEP e capacidade do processo
Descubra em que família está a variação — dentro da peça, de peça para peça ou ao longo do tempo — e se a sequência dos dados esconde agrupamentos, misturas, tendências ou oscilações. Use no início de um projeto de melhoria, com poucas peças medidas em vários pontos e horários: sai qual família domina (o que investigar primeiro) e, no gráfico de sequência, se a ordem dos dados é aleatória.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Como ler: cada painel é um nível do fator mais externo (por exemplo, uma hora); dentro dele, os grupos são as peças e os pontos ligados são as posições. Compare três distâncias: entre painéis (variação ao longo do tempo), entre os grupos de um painel (de peça para peça) e entre os pontos de um mesmo grupo (dentro da peça). A maior distância aponta a família a atacar primeiro.
Parcela da variação total (soma de quadrados) explicada por cada fator, do mais externo ao mais interno; o resto é a repetição dentro da mesma combinação.
Como ler: cada barra é a fatia da variação total que vem de uma família (fator); "repetição" é o que sobra dentro da mesma combinação. A barra mais longa é onde procurar a causa: se for o tempo, olhe desgaste, aquecimento e ajustes; se for a peça, matéria-prima e fixação; se for a posição, geometria da máquina.
Os números dos pontos do gráfico: N, média, desvio-padrão, mínimo e máximo.
Legenda: N = número de medições do nível; Média, DesvPad, Mínimo e Máximo = resumo dessas medições. Na tabela de famílias, GL = graus de liberdade (níveis − 1), SQ = soma de quadrados (variação atribuída à família) e % do total = a mesma fatia do gráfico de barras.
Pontos na ordem de coleta com a mediana. Faixa sombreada = sequência mais longa em torno da mediana; traço grosso = sequência mais longa para cima ou para baixo.
Como ler: eixo horizontal = ordem de coleta; eixo vertical = valor (ou média do subgrupo); linha = mediana. Um processo aleatório cruza a mediana com frequência e sobe e desce sem padrão. Faixa sombreada longa = muitos pontos seguidos do mesmo lado (mudança de nível); traço grosso longo = subida ou descida contínua (tendência).
Barras abaixo da linha α indicam padrão não aleatório. Escala logarítmica.
Como ler: uma barra por teste (agrupamento, mistura, tendência, oscilação), com o valor-P escrito ao lado. A linha tracejada é o α escolhido. Barra verde, à direita da linha = sem sinal; barra vermelha, à esquerda = o padrão desse teste é real e merece investigação.
Sequências em torno da mediana (agrupamento e mistura) e para cima ou para baixo (tendência e oscilação), com valores-P aproximados pela normal.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
É um gráfico que mostra, de uma vez, como a medida muda dentro da peça, de peça para peça e ao longo do tempo. Cada ponto é a média de uma combinação de fatores, e as linhas ligam as médias do mesmo grupo. Serve para decidir em que família de variação procurar a causa antes de fazer experimentos.
Meça algumas peças consecutivas (3 a 5) em várias posições (pontas e centro, por exemplo) e repita em vários momentos (de hora em hora, por turno) até capturar ao menos 80% da variação normal do processo. Registre uma linha por medição com a posição, a peça, o momento e o valor.
A página divide a variação total entre os fatores, do mais externo (hora, turno) ao mais interno (posição). No exemplo do eixo, a deriva de hora em hora concentra a maior parte: o problema é temporal, típico de desgaste de ferramenta ou aquecimento, e não de fixação ou material.
Não: ela é uma ferramenta visual e descritiva, sem valor-P. Use-a para escolher onde procurar e depois confirme com a ANOVA ou com um experimento. O botão de próximo passo leva os mesmos dados para a ANOVA.
Se a ordem dos pontos parece aleatória. Ele conta as sequências de pontos do mesmo lado da mediana (poucas = agrupamento, muitas = mistura) e as sequências que só sobem ou só descem (poucas = tendência, muitas = oscilação), e dá um valor-P para cada padrão.
O gráfico de sequência não usa limites de controle; ele detecta padrões de ordem mesmo quando todos os pontos estão dentro dos limites. A carta de controle mostra se o processo é estável em relação à sua variação natural. Os dois se complementam.
Quando várias peças são medidas no mesmo momento (por exemplo, 5 por hora), cada subgrupo vira um ponto com a média ou a mediana, e os testes olham a sequência dos momentos. No exemplo do virabrequim, 125 medições formam 25 subgrupos de 5.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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