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Organize as hipóteses da equipe sobre um problema nos 6M, veja a espinha de peixe desenhada na hora, priorize por votos e leve as causas mais prováveis para a verificação com dados.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Desenhado a partir da lista: as espinhas se ajustam ao número e ao tamanho das causas. Números em círculo = ordem de prioridade pelos votos.
Causas da mais votada para a menos votada, com o percentual acumulado e a linha de 80%. Barras cheias = destacadas no diagrama; cinza = descartadas.
Onde a equipe enxerga o problema: total de votos por categoria e quantas causas cada uma recebeu.
A mesma lista do diagrama, em ordem de votos, com o caminho completo e a situação. Baixe em .xlsx para o plano de verificação.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
É um diagrama de causa e efeito em forma de espinha de peixe: o problema (efeito) fica na cabeça e as causas possíveis são agrupadas em categorias, as espinhas. Foi criado por Kaoru Ishikawa para organizar o brainstorming da equipe e garantir que nenhuma família de causas seja esquecida.
São as seis categorias clássicas para processos industriais: Mão de obra, Máquina, Material, Método, Medição e Meio ambiente. Em serviços e áreas administrativas é comum usar categorias próprias (políticas, sistemas, clientes). Aqui você pode trocar para 4M, 8M ou criar as suas.
Depois do brainstorming, cada participante distribui de 3 a 5 votos nas causas que acha mais prováveis. A soma vira o Pareto das causas: as poucas que juntam 80% dos votos vão para a verificação com dados primeiro.
Não. O voto só indica onde procurar primeiro. A causa é confirmada quando os dados mostram que o efeito muda quando ela muda — por exemplo, com uma carta multi-vari, uma carta de controle estratificada ou um teste A × B. Marque a situação como confirmada ou descartada depois da verificação.
Depois de escolher uma causa priorizada, pergunte “por quê?” em sequência até chegar a algo que a empresa controla e pode mudar: um padrão, um sistema, uma decisão. Se a última resposta for “o operador errou”, continue perguntando: por que o processo permitiu o erro?
Use os botões abaixo do desenho: PNG (imagem para apresentação), SVG (vetor para editar) ou PDF A4 paisagem (relatório de 1 página com o diagrama, as causas priorizadas e os 5 porquês). No celular o desenho aparece em árvore vertical, mas os arquivos saem sempre na espinha horizontal.
Não há número certo, mas um diagrama com menos de 8 a 10 causas ou com categorias vazias costuma indicar que o problema foi pouco explorado. Mais importante que a quantidade é a especificidade: “inserto trocado por tempo, não por peças” ajuda; “máquina” não ajuda.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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