Início / Lean Six Sigma / CEP e capacidade do processo
Digite o que você tem — defeitos contados, DPMO, PPM, rendimento, nível sigma ou Cpk — e veja todos os outros na hora. Serve para responder ao cliente que pede "4 sigma", comparar processos diferentes numa mesma régua ou entender o que um número de qualidade significa em peças ruins por milhão. Escolha a convenção: curto prazo com o deslocamento de 1,5σ do Seis Sigma clássico ou longo prazo sem deslocamento (Z.Bench).
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Distribuição normal do processo em unidades de σ; a área vermelha além do limite é a fração de oportunidades com defeito.
Como ler: o eixo horizontal é a distância ao alvo em desvios-padrão (σ). A curva tracejada é o processo no curto prazo, centrado no alvo; a curva cheia é o processo no longo prazo, com a média deslocada em direção ao limite. A linha vertical "limite" é o limite de especificação; tudo o que fica à direita dela, pintado de vermelho, é defeito. Quanto mais longe o limite, menor a cauda e maior o nível sigma.
DPMO em escala logarítmica para cada nível sigma, com o seu processo marcado.
Como ler: cada linha de grade do eixo vertical vale 10 vezes a de baixo (escala logarítmica). A curva desce rápido: cada degrau de 1σ divide os defeitos por 10 a 40 vezes. O ponto é o seu processo; a distância até o próximo nível inteiro mostra o tamanho da melhoria necessária.
Como ler: cada linha é um nível sigma inteiro; a linha destacada é o seu processo, encaixada na posição certa. DPMO = defeitos por milhão de oportunidades; rendimento = % de oportunidades sem defeito; Z de longo prazo = nível sigma menos o deslocamento; Cpk = nível sigma ÷ 3.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Divida os defeitos pelo total de oportunidades (unidades × oportunidades por unidade) e multiplique por 1 milhão para ter o DPMO. No exemplo, 150 ÷ (5.000 × 12) × 10⁶ = 2.500 DPMO. O Z de longo prazo é o valor da normal padrão com 0,25% de cauda, 2,81; somando o deslocamento de 1,5, o nível sigma é 4,31.
DPMO conta defeitos por milhão de oportunidades; PPM conta peças defeituosas por milhão de peças. Uma peça com vários pontos verificados pode ter mais de um defeito, mas é uma só defeituosa. No exemplo, 2.500 DPMO com 12 oportunidades por chicote dão cerca de 29.591 PPM: quase 3% dos chicotes têm algum defeito.
Porque as tabelas usuais aplicam o deslocamento de 1,5σ: um processo de 6σ é tratado como tendo a média 1,5σ mais perto do limite no longo prazo, ficando a 4,5σ dele. A cauda da normal além de 4,5σ é 3,4 por milhão. Sem o deslocamento, 6σ seria cerca de 0,001 DPMO.
Não. É uma convenção criada na Motorola para representar a deriva da média ao longo do tempo. Muitos praticantes a usam por ser o padrão das tabelas; outros a criticam por ser um valor fixo para qualquer processo. Use o campo para trocar o valor ou escolha a escala de longo prazo (Z.Bench), sem deslocamento, e diga no relatório qual adotou.
Multiplique por 3: o Cpk mede a distância da média ao limite em blocos de 3σ. Cpk 1,33 corresponde a 4σ (cerca de 6.210 DPMO com deslocamento); Cpk 1,67, a 5σ; Cpk 2,0, a 6σ. A conversão considera só o lado mais próximo do limite.
Só as características que são de fato inspecionadas e que importam ao cliente, contadas sempre do mesmo jeito. Contar oportunidades demais reduz o DPMO e infla o nível sigma sem nenhuma melhoria real. Na dúvida, use 1 oportunidade por peça: aí DPMO = PPM e a comparação fica honesta.
Depende do setor e do custo do defeito. Muitas fábricas ficam entre 3σ e 4σ; contratos automotivos costumam pedir Cpk 1,33 (4σ) ou 1,67 (5σ) nas características importantes; 6σ é referência para falhas graves. Mais importante que o número é a tendência e o custo: veja o PPM e o custo da má qualidade.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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