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Quando os defeitos, as quebras ou os acidentes são raros, o que se controla é o intervalo entre eles: quantas peças, dias ou horas passam até o próximo, e se esse intervalo está encurtando.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Cada ponto é o intervalo até o evento. Linha central = mediana; limites pelos percentis 0,135% e 99,865%. Pontos em vermelho falham num teste; o número em cima é o teste (B = Benneyan).
Contagem de eventos contra a exposição acumulada, com a reta esperada pela taxa estimada e a faixa de 90% da Poisson. A curva acima da faixa é piora; abaixo, melhoria.
Histograma dos intervalos com a quantidade esperada pela distribuição ajustada; as linhas verticais marcam a linha central e o LSC.
Pontos sobre a reta: a distribuição escolhida descreve bem os intervalos, e os limites são confiáveis.
Pontos que falham em algum teste, com o percentil do intervalo na distribuição ajustada.
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O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Quando o evento é raro: defeitos em PPM, quebras de uma máquina, acidentes, contaminações. A carta P ou U teria quase todos os pontos em zero e limites sem sentido; a carta G ou T acompanha o intervalo entre eventos, que muda de forma visível quando a frequência muda.
A carta G conta unidades discretas entre eventos: peças, ciclos, lotes ou dias inteiros. A carta T mede tempo contínuo (horas, dias com fração) e usa a Weibull ou a exponencial. Com data e hora de quebras, use T; com o número de peças entre defeitos, use G.
Porque os intervalos entre eventos raros são muito assimétricos: muitos curtos e alguns muito longos. A média é puxada pelos longos; a mediana mostra o intervalo típico. Os limites também são percentis (0,135% e 99,865%) e não média ± 3σ.
Não: nestas cartas, para cima é bom. Um ponto acima do LSC é um intervalo excepcionalmente longo sem eventos, sinal de melhoria que vale entender. A piora aparece como pontos baixos, em geral pelo teste 2 (9 seguidos abaixo da linha central) ou pelo teste de Benneyan.
É o teste próprio da carta G: sinaliza quando vários intervalos seguidos são zero, ou seja, eventos na mesma peça ou no mesmo dia. O número de zeros necessário depende de p̂; com p̂ = 0,1, são 3 zeros seguidos.
Cole a coluna de datas (e horas) na ordem dos eventos; a página aceita 01/06/2026 07:30, 2026-06-01 07:30 ou o número de série de data do Excel. Na carta G com datas, eventos no mesmo dia viram intervalo zero.
β perto de 1: quebras ao acaso, sem relação com o tempo desde o último reparo. β maior que 1: desgaste, o risco aumenta com o tempo, e a manutenção preventiva ajuda. β menor que 1: quebras logo depois do reparo, sinal de reparo mal feito ou peça de reposição ruim.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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