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Cole os dados do Excel e veja em segundos quais poucas categorias concentram a maior parte dos defeitos, paradas ou custos — com o gráfico pronto para baixar.
Ferramenta de pré-dimensionamento e estimativa: os resultados não substituem projeto, cálculo ou laudo assinado por profissional habilitado nem a verificação conforme as normas aplicáveis.
Barras da maior para a menor, curva do percentual acumulado (eixo à direita) e linha de corte. A linha vertical separa os poucos vitais.
Como ler: cada barra é uma categoria, da maior para a menor; a altura é a quantidade (eixo da esquerda). A curva sobe somando as barras até 100% (eixo da direita). As barras à esquerda da linha vertical são os poucos vitais: atacando só elas, você resolve a maior parte do problema. Barras quase todas da mesma altura = não há poucos vitais; estratifique.
Um gráfico por estrato, todos na mesma escala vertical: compare a altura e a ordem das barras. Cada categoria mantém a mesma cor em todos os painéis.
Todas as categorias em ordem, com contagem, percentual e percentual acumulado. Baixe em .xlsx pelo botão no fim da página.
Leve os resultados desta página para outra calculadora, com os campos já preenchidos.
O memorial reúne entradas, resultados, equações, hipóteses e referências desta página, com campos para projeto, responsável e revisão. O relatório completo traz também os gráficos e as interpretações, em cores. Na janela de impressão, escolha Salvar como PDF.
Liste as categorias (tipos de defeito, motivos de parada) com a quantidade de cada uma, ordene da maior para a menor, calcule o percentual de cada uma e o percentual acumulado. As barras mostram as quantidades e a linha mostra o acumulado. Aqui basta colar as duas colunas do Excel: a ordenação, os percentuais e o gráfico saem prontos.
Olhe onde a curva acumulada cruza a linha de 80%: as barras à esquerda desse ponto são os poucos vitais, que merecem a ação primeiro. Depois confira o tamanho de “Outros” — se for grande, a classificação está genérica. Barras quase do mesmo tamanho indicam que não há uma prioridade clara.
Não. É uma referência de concentração, não uma lei. Às vezes 2 categorias somam 90%, às vezes são precisas 6 para chegar a 80%. Quando o gráfico sai achatado, estratifique os dados (por turno, máquina, produto) ou pondere pelo custo: a concentração costuma aparecer.
Sim. Cole o registro com uma ocorrência por linha (por exemplo, a coluna “defeito” da planilha de inspeção): cada linha conta 1 e a página soma as repetidas, sem diferenciar maiúsculas e acentos. Aguenta dezenas de milhares de linhas.
Quando os defeitos custam muito diferente: um amassado que vira refugo pode custar dez vezes mais que um risco que só precisa de polimento. Escolha o formato com custo e veja os dois Paretos lado a lado; se a ordem mudar, priorize pelo custo e use a frequência para a coleta.
Para mostrar o efeito de uma ação de melhoria. Os dois gráficos ficam na mesma escala: a barra atacada deve encolher e o total também. A página calcula a redução e mostra qual categoria virou a 1ª — a próxima prioridade.
O botão “Baixar PNG” gera uma imagem em alta resolução com fundo branco, pronta para apresentação ou relatório A3. O “Relatório de 1 página (PDF)” traz o gráfico, os poucos vitais e a conclusão, e o botão .xlsx baixa a tabela completa.
Aviso importante: as ferramentas do Indus Metrics fazem estimativas e pré-dimensionamentos a partir dos dados informados e de métodos de engenharia publicados. Não substituem projeto, memorial ou laudo assinado por profissional habilitado (CREA/ART), nem a verificação conforme as normas técnicas e a legislação aplicáveis, como as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. Propriedades de materiais e combustíveis variam: confira com o fabricante ou com análises do seu processo antes de decidir. Ao usar o site, você concorda com os Termos de Uso.
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